“Louvai a Jah! Oferecei louvor, ó servos de
Jeová, louvai o nome de Jeová.” — SALMO 113:1.
JEOVÁ DEUS é o
Grandioso Criador do céu e da terra, é o nosso Soberano Universal por toda a
eternidade. Ele merece plenamente nosso entusiástico louvor. Por isso, o Salmo 113:1-3 nos manda: “Louvai a Jah!
Oferecei louvor, ó servos de Jeová, louvai o nome de Jeová. Venha a ser abençoado
o nome de Jeová desde agora e por tempo indefinido. Desde o nascente do sol até
o seu poente, o nome de Jeová deve ser louvado.”
Nós, como Testemunhas de Deus, nos alegramos
de fazer isso. Como é emocionante que Jeová Deus, em breve, fará com que este
alegre cântico de louvor, que entoamos hoje, encha a Terra inteira! (Salmo 22:27) Ouve-se a sua voz neste
grandioso coro mundial? Em caso afirmativo, como deve sentir-se feliz de estar
separado deste mundo desunido e sem alegria!
Louvarmos a Jeová de forma unida certamente
nos torna diferentes e sem igual. Falamos e ensinamos em acordo e usamos os
mesmos métodos para proclamar ‘a abundância da bondade de Jeová’. (Salmo 145:7) Deveras, como povo
dedicado de Jeová, fomos postos à parte para o serviço de nosso Deus, Jeová.
Deus mandou que os do seu antigo povo dedicado, Israel, se mantivessem
separados das nações em volta deles e não se manchassem com as práticas dessas
nações. (Êxodo 34:12-16) Deu aos do
seu povo leis para ajudá-los a fazer isso. Assim também hoje, Jeová nos tem
dado a sua Palavra Sagrada, a Bíblia. As instruções dela nos mostram como
podemos manter-nos separados deste mundo. (2 Coríntios
6:17; 2 Timóteo 3:16, 17) Não somos separados por meio dum
isolamento em mosteiros ou conventos, assim como os monges e as freiras de
Babilônia, a Grande. Seguindo o exemplo de Jesus Cristo, somos louvadores públicos
de Jeová.
Imite o principal louvador de
Jeová
Jesus nunca se
desviou do seu objetivo de louvar a Jeová. E isto o pôs à parte do mundo.
Ele louvou o santo nome de Deus nas sinagogas e no templo em Jerusalém. Quer no
alto dum monte, quer à beira do mar, onde quer que houvesse multidões, Jesus
pregava publicamente as verdades de Jeová. Declarou: “Eu te louvo publicamente,
ó Pai, Senhor do céu e da terra.” (Mateus
11:25) Mesmo quando julgado perante Pôncio Pilatos, Jesus testificou: “Para
isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” (João 18:37) Jesus reconhecia a importância
da sua obra. Onde quer que estivesse, Jesus dava testemunho de Jeová e
louvava-o publicamente.
Encontramos no Salmo 22:22 a seguinte declaração profética
a respeito do Principal Louvador de Jeová: “Vou declarar o teu nome aos meus
irmãos; no meio da congregação te louvarei.” E em Hebreus 2:11, 12, o apóstolo Paulo aplica estes versículos ao
Senhor Jesus e aos que Jeová Deus santificou para a glória celestial. Assim
como ele, não se envergonham de louvar o nome de Jeová no meio da congregação.
Temos nós a mesma atitude mental ao
assistirmos às nossas reuniões congregacionais? Por prestarmos atenção e
participarmos
entusiasticamente nas reuniões, louvamos a
Jeová. Mas, será que nosso louvor alegre se resume nisso?
De acordo com Mateus 5:14-16, o Senhor Jesus também comissionou seus seguidores
para deixarem brilhar a sua luz a fim de que outros louvassem a Jeová. Ele
disse: “Vós sois a luz do mundo. . . . Deixai brilhar a vossa luz
perante os homens, para que vejam as vossas obras excelentes e dêem glória ao vosso
Pai, que está nos céus.” Os que amam a luz dão glória a Deus. Fazem isso apenas
por dizer e fazer coisas boas, humanitárias? Não; antes, fazem isso por unidos
glorificarem a Jeová. Deveras, os que amam a luz dedicam-se a Deus e tornam-se
Seus louvadores alegres. Já deu você este passo?
COMO é agradável
fazer parte do povo de Jeová e associar-nos com homens e mulheres, com rapazes
e moças, CUJA PRIORIDADE NA VIDA É AMAR
A DEUS E OBEDECER-LHE! A verdade também nos liberta de atitudes e
conduta que desagradam a Jeová Deus, e ela nos ensina a viver dum modo próprio
dos cristãos. (João 8:32; Colossenses
3:8-10) Para nós cristãos, a Palavra de Deus é a autoridade a que nos
sujeitamos, não importa quais os pontos de vista pessoais, culturais ou
tradicionais que tenhamos aceitado. (Mateus
15:1-9)
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